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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Relatório da Oficina de produção de sabão

Em uma das nossas publicações falamos da produção de sabão através do óleo de cozinha usado que você pode ver clicando aqui, quando umas alunas do Colégio Brigadeiro Newton Braga estiveram no nosso colégio nos ensinando a produzir o sabão. Elas voltaram ao nosso colégio e nesse post falaremos de algumas informações adicionais que não foram abordadas no outro post. Como dissemos os elementos essenciais para a produção de sabão são o óleo, água e soda cáustica. Outros produtos como corantes, essências e vinagre podem ser usados. A função do corante é dar cor, a da essência é dar um aroma mais agradável e o vinagre, que é o ácido acético, tem a propriedade de tirar ferrugem. É preciso ter cuidado com o manuseio da soda cáustica, pois ela é corrosiva. O sabão feito com a soda cáustica não é recomendável para lavar rosto e partes sensíveis do corpo, mas não é preciso se preocupar quanto ao uso para lavar mão e roupas, por exemplo, pois quando ocorre a reação da soda cáustica com a água e o óleo, ocorre a neutralização. 

Outros problemas do óleo na natureza, além dos citados no post anterior, são que ele não só impede a passagem de luz na água, como também impede as trocas gasosas da água com o ar, prejudicando a vida dos seres que nela vivem e no solo não só ocorre a impermeabilização, como o óleo também vai para os lençóis freáticos, posteriormente afetando rios, lagos e etc.

História do sabão 
Aprendemos também a história do sabão.O sabão surgiu de forma gradual, ao longo da história da humanidade, e sua produção é uma das atividades mais antigas realizadas pelo ser humano. Os primeiros registros de um material semelhante ao sabão atual foram encontrados em uma placa de argila de aproximadamente 2800 a.C., na região da antiga Babilônia, que hoje corresponde à região do Iraque.
A produção do sabão e do sabonete segue praticamente a mesma regra básica: é uma reação entre um ácido graxo (gorduras e óleos de origem vegetal ou animal) com um material alcalino, isto é, de caráter básico. Normalmente, a base é o hidróxido de sódio (NaOH), que é conhecida como soda cáustica.
Assim, os primeiros sabões eram misturas de gorduras de animais (sebo), como o material graxo, com as cinzas de madeiras, que possuem substâncias alcalinas. Se não houvesse cinzas, evaporavam-se as águas de rios que costumavam ser alcalinas, como as águas do rio Nilo, no Egito.
A produção do sabão foi se desenvolvendo cada vez mais e ele passou a ser considerado um artigo de luxo nos séculos XV e XVI. Ele era produzido principalmente na França e na Itália.

SustentávelMente

Novo vídeo de divulgação

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Relatório da campanha de coleta de óleo

Divulgação:
A divulgação foi feita através de papéis falando da importância da reciclagem do óleo e como os alunos poderiam fazer para ajudar o meio ambiente, colados nos murais das salas de aula. Fomos também em cada sala de aula falar no que acarreta a poluição do óleo e a proposta da campanha. Fizemos publicações no blog e na nossa página do Facebook informando quando e onde levar o óleo usado em outras publicações explicamos como o óleo descartado de maneira errada prejudica a natureza e as áreas urbanas.

Origem do óleo arrecadado:
24 garrafas de óleo foram do restaurante da mãe de uma aluna do 3° ano, que se manifestou querendo ajudar quando fomos de sala em sala. 8 garrafas da residência de amigos e parentes que viram publicações no Facebook e no blog. 3 garrafas da residência de alunos do Gau.

As turmas que se mobilizaram com a campanha foram 9° ano, 7° ano e 6° ano. Foi uma garrafa de óleo por turma.

Total:
O total arrecadado foi de 35 garrafas de óleo

Conclusão:
A maioria dos jovens não se preocupa tanto com a poluição, pois as consequências são a longo prazo. Grande parte não nos deu atenção quando falamos nas salas e nem leram os papéis nos murais. A solução é continuar insistindo na educação ambiental e mostrar aos jovens como a falta de preocupação com a natureza afeta o futuro.

Destino:
O óleo arrecadado pela nossa empresa foi encaminhado para um galpão onde uma equipe armazena o óleo e encaminha para uma empresa que faz a reciclagem.
Empresa: Santec Ambiental
Contato: 96421-9731


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

O que o desmatamento da Amazônia tem a ver com a falta d'água em São Paulo


A Amazônia é responsável por bombear para a atmosfera a umidade que se transformará em chuva nas regiões Centro-oeste, Sudeste e Sul do Brasil. As árvores tem um papel fundamental nesse processo. Fincadas a até 20 ou 30 metros de profundidade, as raízes sugam a água da terra. Os troncos funcionam como tubos. E, pela transpiração, as folhas se encarregam de espalhar a umidade na atmosfera. Quanto maior desmatamento, menos umidade, consequentemente, menos chuva. Esse crime ambiental que é o desmatamento, tem a ver com a falta d'água na maior cidade da América Latina.

Uma árvore que leva mais de 100 anos para crescer, em menos de um minuto já pode estar derrubada. A madeira nem é aproveitada, pois o objetivo é derrubar tudo, tocar fogo para transformar a área em pastagem para a criação de gado. Geralmente os crimes só são notados tarde demais pelos fiscais. 

20% das árvores da Amazônia original já foram para o chão. 

O desmatamento na Amazônia não é um problema restrito ao Norte do país, mas traz consequências para todos, influenciando também a produção de chuvas de outros países, como Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e até o extremo sul do Chile.

Pesquisadores ainda dizem que apenas acabar com o desmatamento não é suficiente, é preciso também reflorestar aquilo foi derrubado. Os índices de desmatamento na Amazônia são os menores dos últimos tempos. E com a conscientização de todos podemos preservar aquilo que é de maior importância para a vida: a natureza. 

Entre no site acima, se informe mais sobre o assunto e passe adiante essa informação. 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Projeto Água

A água é de fundamental importância para a vida de todas as espécies. Aproximadamente 80% de nosso organismo é composto por água. Boa parte dos pesquisadores concorda que a  ingestão de água tratada é um dos mais importantes fatores para a conservação da saúde, é considerada o solvente universal, auxilia na prevenção das doenças (cálculo renal, infecção de urina, etc.) e proteção do organismo contra o envelhecimento. 
Porém, está havendo um grande desperdício desse recurso natural,  além de seu uso ser destinado principalmente para as atividades econômicas. Atualmente,  69% da água potável é destinada para a agricultura, 22% para indústrias e  apenas 9% usado para o consumo humano.
A poluição hídrica é outro fator agravante, os rios são poluídos por esgotos domésticos, efluentes industriais, resíduos hospitalares, agrotóxicos, entre outros elementos que alteram as propriedades físico-químicas da água.
No último dia 29, nós do Projeto Sustentabilidade do Gau fomos ao Projeto Água, localizado em Petrópolis. O projeto tem como objetivo conscientizar e instruir a população em geral sobre a importância de preservar, economizar e recuperar a água, através do exercício da educação ambiental, de modo a assegurar para atual e futuras gerações a disponibilidade de água doce e limpa no planeta. O Projeto Água,  através de seus cinco programas, procura mostrar aos seus beneficiários que com pequenas atitudes, podemos fazer uma grande diferença. Nós participamos de alguns:

  • Jardim dos sentidos
O jardim dos sentidos foi criado para aproximação dos deficientes, crianças com dificuldades e todo tipo de pessoa a natureza. O trajeto é feito de olhos vendados para todos entenderem as dificuldades dos deficientes visuais, durante a caminhada são usados principalmente os sentidos do tato, olfato e paladar.

 


  • Programa de reflorestamemto
No programa de reflorestamemto nós plantamos mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, e ouvimos uma palestra sobre a importância das árvores.

 

  • Programa Horta Escola
Esse progama visa incentivar o plantio e consumo de produtos orgânicos, dando a oportunidade para que crianças e jovens vivenciem o processo de plantio e colheita, bem como o conhecimento no campo, das características do alimento consumido em casa.


Conheça mais sobre o Projeto Água no site deles: http://www.projetoagua.org.br/o-projeto.asp

Fonte de pesquisa: m.brasilescola.com/geografia/agua.htm

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Top 10: cidades mais sustentáveis do mundo

No top 10 anterior falamos das cidades mais poluídas, mas não podemos esquecer que existem oa bons exemplos. Neste post separamos as cidades mais sustentáveis do mundo.

  • Vancouver - Canadá


A cidade que em 2010 foi sede das Olímpiadas de Inverno adotou a sustentabilidade como lema e levou a ideia a sério: as medalhas entregues aos atletas foram feitas de restos de metal jogados fora. Mas não é só isso. O conceito de sustentabilidade está presente em Vancouver há bastante tempo - 90% da energia da cidade é produzida por meio de ondas, vento, painéis solares e hidroelétricas. 

  • Malmo - Suécia

Malmo não é famosa apenas pelos inúmeros jardins e parques que se espalham pela cidade. O desenvolvimento urbano sustentável também é uma característica marcante. Apesar de ser uma das maiores cidades da Suécia,  quase não há congestionamentos: 425 km de ciclovias.
  • Curitiba - Brasil

A representante nacional é conhecida como a capital ecológica do Brasil. As áreas de cobertura vegetal passaram de 18% para 26% nos últimos dez anos, e o índice de área verde da cidade, 64,5 m2 por pessoa, é um dos mais altos entre as capitais brasileiras. Além disso, a capital paranaense é exemplo em soluções de urbanismo e tecnologia de transporte urbano.
  • Portland - Estados Unidos

O modelo das cidades estadunidenses normalmente traz avenidas largas, com amplo espaço para os carros. Portland, porém investe em alternativas mais sustentáveis, como ciclovias e ferrovias. A cidade também se comprometeu a reduzir a emissão de gases poluentes e passou a utilizar apenas materiais sustentáveis em suas construções. É lá também que está o Tom McCall Waterfront Park, construído em uma rodovia fechada, que se tornou ponto focal de renovação do centro da cidade.
  • Reykjavik - Islândia

A capital da Islândia é considerada a cidade mais sustentável do mundo. A energia é produzida por hidroelétricas e usinas geotérmicas. O sistema de transporte coletivo opera com ônibus "verdes" que utilizam hidrogênio como combustível. E o ar por lá é considerado tão puro que atrai turistas de diversas partes interessados em conhecer o sistema de sustentabilidade da cidade.

  • Copenhague - Dinamarca

Em Copenhague você não vai encontrar nem a metade de carros que encontraria em qualquer outra cidade de mesmo porte. Um terço da população vai ao trabalho de  bicicleta, inclusive no inverno, que não é nada amigável, chegando a temperaturas negativas. São 217 quilômetros de pistas circulando a cidade e o objetivo é construir mais 43 até 2015 e fechar algumas das principais ruas para carros. Além disso, Copenhague é também a primeira no pódio em produção de energia eólica. E até 2025 Copenhague pretende ser a capital mundial do carbono zero.

  • Bahia de Caráquez - Equador

Com biodiversidade envolvente, Bahia de Caráquez já foi até declarada como uma ecocidade por causa de um investimento pioneiro na preservação da vegetação e da vida selvagem local. Seguindo a mesma linha, a cidade também criou uma forte cultura de compostagem e de agricultura orgânica. As técnicas sustentáveis de agricultura ali desenvolvidas são reconhecidas no mundo inteiro.

  • Barcelona - Espanha

Um percentual pequeno de energia renovável abastece a cidade, mas chama a atenção seu empenho em difundir o uso da energia solar. A administração municipal estabeleceu que todas as novas residências ou reformas devem incluir algum sistema de aquecimento solar - geralmente, para a água.

  • Estocolmo - Suécia

A cidade se destacou pelo comprometimento político e pela quantidade de áreas verdes, mas ficou atrás de Paris quando avaliada a extensão da rede de transporte por trilho per capita. Sua meta de redução de gases de efeito estufa é a segunda mais drástica.

  • Paris - França

Além de ser signatária de uma série de pactos internacionais, Paris também obteve a maior pontuação na categoria "extensão de transporte por trilhos por habitantes". É uma das poucas cidades do estudo que tem um projeto de adaptação em curso: mais de 100 mil árvores foram plantadas  e outras 20 mil recobrem os telhados da cidade.

Fontes de pesquisa: http://www.cidadessustentaveis.org.br/noticias/confira-cinco-cidades-que-sao-exemplos-de-sustentabilidade
http://naturaekos.com.br/blog/cidade-sustentavel/quais-sao-as-cidades-mais-sustentaveis-do-mundo-e-por-que/

sábado, 23 de agosto de 2014

Como o óleo afeta a rede de esgoto e as água pluviais

Óleo jogado na pia prejudica e compromete o meio ambiente. O óleo quando vai para a galeria de esgoto funciona como uma cola, vai juntando tudo, fica concentrado, forma-se uma massa e acaba entupindo a rede de esgoto. Gordura de residências, restaurantes descartada no ralo entope redes de esgoto, provoca vazamentos, enchentes e mau cheiro. O consumo humano exagerado e a falta de hábitos sustentáveis causam uma série de problemas para o meio ambiente. O óleo cozinha e a gordura resultante dos alimentos são exemplos disso.

Segundo dados da Sabesp, uma família pode gerar cerca quase 2 litros de óleo por mês. 
Pequenas atitudes fazem a diferença. Para evitar impacto ao meio ambiente, uma alternativa simples é guardar o óleo usado em garrafas pet, bem fechado, para não atrair vetores como ratos e baratas, e encaminhar para postos de arrecadação (para reciclagem). É importante ressaltar que esse óleo só deve ser armazenado após esfriar. Normalmente esse óleo será destinado à fabricação de produtos de limpeza (sabão), biodiesel entre outros.
Um litro de óleo de cozinha tem a capacidade de contaminar cerca de 25 mil litros de água. Uma quantia, mesmo que pequena, do produto leva 14 anos para ser totalmente absorvida pela natureza, de acordo com informações da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) despejar óleo na rede de esgoto é uma opção muito utilizada pela população, no entanto, a mais errada, considerando consequências a curto e longo prazo que isto acarreta para a natureza e para a vida urbana. 


Óleo quando é jogado ao esgoto:



Óleo quando é jogado nas água:
 


O óleo de cozinha é uma substância orgânica, isto é, contém carbono em sua composição. Esta condição lhe dá uma característica impermeabilizadora. Caso o óleo seja jogado pelo ralo da pia, seguirá para a rede de esgotos. A sua consistência viscosa entope o encanamento, o que promove a longo prazo enchentes e alagamentos, além de poluir solos e contribuir para a proliferação de ratos e baratas.
Quando o óleo é despejado nos rios, mares e lagos é formada sobre a água uma película que impede a passagem de oxigênio e luz, comprometendo a vida aquática.
No Rio de Janeiro foi criado um projeto para tentar conscientizar as pessoas em relação ao descarte do óleo usado.
Para mais informações sobre esse projeto acesse: