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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Top 10: cidades mais sustentáveis do mundo

No top 10 anterior falamos das cidades mais poluídas, mas não podemos esquecer que existem oa bons exemplos. Neste post separamos as cidades mais sustentáveis do mundo.

  • Vancouver - Canadá


A cidade que em 2010 foi sede das Olímpiadas de Inverno adotou a sustentabilidade como lema e levou a ideia a sério: as medalhas entregues aos atletas foram feitas de restos de metal jogados fora. Mas não é só isso. O conceito de sustentabilidade está presente em Vancouver há bastante tempo - 90% da energia da cidade é produzida por meio de ondas, vento, painéis solares e hidroelétricas. 

  • Malmo - Suécia

Malmo não é famosa apenas pelos inúmeros jardins e parques que se espalham pela cidade. O desenvolvimento urbano sustentável também é uma característica marcante. Apesar de ser uma das maiores cidades da Suécia,  quase não há congestionamentos: 425 km de ciclovias.
  • Curitiba - Brasil

A representante nacional é conhecida como a capital ecológica do Brasil. As áreas de cobertura vegetal passaram de 18% para 26% nos últimos dez anos, e o índice de área verde da cidade, 64,5 m2 por pessoa, é um dos mais altos entre as capitais brasileiras. Além disso, a capital paranaense é exemplo em soluções de urbanismo e tecnologia de transporte urbano.
  • Portland - Estados Unidos

O modelo das cidades estadunidenses normalmente traz avenidas largas, com amplo espaço para os carros. Portland, porém investe em alternativas mais sustentáveis, como ciclovias e ferrovias. A cidade também se comprometeu a reduzir a emissão de gases poluentes e passou a utilizar apenas materiais sustentáveis em suas construções. É lá também que está o Tom McCall Waterfront Park, construído em uma rodovia fechada, que se tornou ponto focal de renovação do centro da cidade.
  • Reykjavik - Islândia

A capital da Islândia é considerada a cidade mais sustentável do mundo. A energia é produzida por hidroelétricas e usinas geotérmicas. O sistema de transporte coletivo opera com ônibus "verdes" que utilizam hidrogênio como combustível. E o ar por lá é considerado tão puro que atrai turistas de diversas partes interessados em conhecer o sistema de sustentabilidade da cidade.

  • Copenhague - Dinamarca

Em Copenhague você não vai encontrar nem a metade de carros que encontraria em qualquer outra cidade de mesmo porte. Um terço da população vai ao trabalho de  bicicleta, inclusive no inverno, que não é nada amigável, chegando a temperaturas negativas. São 217 quilômetros de pistas circulando a cidade e o objetivo é construir mais 43 até 2015 e fechar algumas das principais ruas para carros. Além disso, Copenhague é também a primeira no pódio em produção de energia eólica. E até 2025 Copenhague pretende ser a capital mundial do carbono zero.

  • Bahia de Caráquez - Equador

Com biodiversidade envolvente, Bahia de Caráquez já foi até declarada como uma ecocidade por causa de um investimento pioneiro na preservação da vegetação e da vida selvagem local. Seguindo a mesma linha, a cidade também criou uma forte cultura de compostagem e de agricultura orgânica. As técnicas sustentáveis de agricultura ali desenvolvidas são reconhecidas no mundo inteiro.

  • Barcelona - Espanha

Um percentual pequeno de energia renovável abastece a cidade, mas chama a atenção seu empenho em difundir o uso da energia solar. A administração municipal estabeleceu que todas as novas residências ou reformas devem incluir algum sistema de aquecimento solar - geralmente, para a água.

  • Estocolmo - Suécia

A cidade se destacou pelo comprometimento político e pela quantidade de áreas verdes, mas ficou atrás de Paris quando avaliada a extensão da rede de transporte por trilho per capita. Sua meta de redução de gases de efeito estufa é a segunda mais drástica.

  • Paris - França

Além de ser signatária de uma série de pactos internacionais, Paris também obteve a maior pontuação na categoria "extensão de transporte por trilhos por habitantes". É uma das poucas cidades do estudo que tem um projeto de adaptação em curso: mais de 100 mil árvores foram plantadas  e outras 20 mil recobrem os telhados da cidade.

Fontes de pesquisa: http://www.cidadessustentaveis.org.br/noticias/confira-cinco-cidades-que-sao-exemplos-de-sustentabilidade
http://naturaekos.com.br/blog/cidade-sustentavel/quais-sao-as-cidades-mais-sustentaveis-do-mundo-e-por-que/

sábado, 23 de agosto de 2014

Como o óleo afeta a rede de esgoto e as água pluviais

Óleo jogado na pia prejudica e compromete o meio ambiente. O óleo quando vai para a galeria de esgoto funciona como uma cola, vai juntando tudo, fica concentrado, forma-se uma massa e acaba entupindo a rede de esgoto. Gordura de residências, restaurantes descartada no ralo entope redes de esgoto, provoca vazamentos, enchentes e mau cheiro. O consumo humano exagerado e a falta de hábitos sustentáveis causam uma série de problemas para o meio ambiente. O óleo cozinha e a gordura resultante dos alimentos são exemplos disso.

Segundo dados da Sabesp, uma família pode gerar cerca quase 2 litros de óleo por mês. 
Pequenas atitudes fazem a diferença. Para evitar impacto ao meio ambiente, uma alternativa simples é guardar o óleo usado em garrafas pet, bem fechado, para não atrair vetores como ratos e baratas, e encaminhar para postos de arrecadação (para reciclagem). É importante ressaltar que esse óleo só deve ser armazenado após esfriar. Normalmente esse óleo será destinado à fabricação de produtos de limpeza (sabão), biodiesel entre outros.
Um litro de óleo de cozinha tem a capacidade de contaminar cerca de 25 mil litros de água. Uma quantia, mesmo que pequena, do produto leva 14 anos para ser totalmente absorvida pela natureza, de acordo com informações da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) despejar óleo na rede de esgoto é uma opção muito utilizada pela população, no entanto, a mais errada, considerando consequências a curto e longo prazo que isto acarreta para a natureza e para a vida urbana. 


Óleo quando é jogado ao esgoto:



Óleo quando é jogado nas água:
 


O óleo de cozinha é uma substância orgânica, isto é, contém carbono em sua composição. Esta condição lhe dá uma característica impermeabilizadora. Caso o óleo seja jogado pelo ralo da pia, seguirá para a rede de esgotos. A sua consistência viscosa entope o encanamento, o que promove a longo prazo enchentes e alagamentos, além de poluir solos e contribuir para a proliferação de ratos e baratas.
Quando o óleo é despejado nos rios, mares e lagos é formada sobre a água uma película que impede a passagem de oxigênio e luz, comprometendo a vida aquática.
No Rio de Janeiro foi criado um projeto para tentar conscientizar as pessoas em relação ao descarte do óleo usado.
Para mais informações sobre esse projeto acesse:



sábado, 9 de agosto de 2014

Reciclagem do óleo



Em mais uma campanha do Projeto Sustentabilidade do Gau tentamos ajudar o planeta de alguma forma, e como temos abordado muito esse assunto e ele tem sido discutido frequentemente, mais uma tarefa nos foi proposta. Mais uma vez pedimos para que você faça sua parte e pense no futuro nos ajudando a reciclar o óleo de cozinha. É muito simples, você só precisa guardar um recipiente para armazenar o óleo (como garrafas PET por exemplo); depois de preparar os alimentos em casa, deposite o óleo usado no recipiente; e quando o recipiente estiver cheio é só levá-lo ao Gau de Ramos, na rua Leopoldina Rego. Todo óleo será encaminhado a empresas de reciclagem.

A produção de sabão e suas reações químicas

Como já foi dito anteriormente, o óleo de cozinha é muito prejudicial ao meio ambiente. Como não há uma maneira sustentável de descartá-lo, a melhor opção é a reciclagem. Existem duas alternativas: você pode encaminhar o óleo para lugares que armazenam e reciclam esse óleo para produzir sabão e outros, ou pode produzir o sabão em casa mesmo.
Se for produzir em casa, três ingredientes são essenciais: o óleo de cozinha usado e coado, água e soda cáustica. É muito importante o uso dos equipamentos de proteção que são: luvas de borracha, óculos e máscara. O equipamento de proteção é para evitar a inalação, contato com a pele e olhos dos vapores de soda cáustica/água durante sua diluição, pois são irritantes e corrosivos. De preferência , essa mistura deve ser feita em lugar ventilado ou aberto. Também é importante lembrar que nada de metal deve ser usado em nenhum momento do processo, pois ele pode reagir com a soda cáustica. Para saber o passo a passo do processo clique aqui.
Nas indústrias o óleo passa por processo de filtração e desumidificação, a fim de retirar impurezas. Após etapas de aquecimento e desumidificação o óleo é classificado por acidez e índice de peróxidos e então encaminhado para a reciclagem. O resto do processo é parecido com o feito em casa, mas em proporções bem maiores.

Reação de saponificação
A reação de saponificação não podia ter outro nome, uma vez que ficou conhecida em razão da sua enorme utilização na indústria: confecção de sabonetes e sabão em barra. Para que essa reação aconteça, é preciso haver um éster misturado com uma base forte na presença de água e aquecimento. O produto final é um sal orgânico e álcool.
Pra quem não sabe, sal orgânico é o nosso popular sabão. O éster usado no processo provém de um ácido graxo.
Ácido graxo + Hidróxido de sódio sabão + glicerol (álcool)
O uso de bases no processo (hidróxido de sódio ou potássio) fez com que a reação ficasse conhecida também como Hidrólise alcalina. Ela é usada há muitos anos pelas donas de casa que retiram a matéria prima ácido graxo de suas próprias cozinhas: os chamados óleos comestíveis são compostos por ésteres, daí o por que de serem utilizados para a produção de sabões.

Porque reciclar o óleo e torná-lo sabão?
O sabão ecológico é produzido a partir do óleo de cozinha utilizado no dia a dia e traz benefícios por não agredir a natureza e poluir o meio ambiente. Além de superar a qualidade do sabão produzido nas indústrias comuns, o sabão ecológico não agride a pele e não contém produtos químicos como os industrializados. O sabão ecológico é 100% biodegradável, ou seja, não polui a natureza. Ao se decompor em contato com colônias de micro-organismos existentes em água corrente perde as propriedades químicas nocivas ao meio ambiente.

Fontes: http://www.brasilescola.com/quimica/reacao-saponificacao.htm
http://g1.globo.com/bahia/atitude-sustentavel/2013/noticia/2013/06/veja-passo-passo-como-fazer-sabao-com-oleo-de-cozinha-usado.html

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Top 10: Cidades mais poluídas do mundo

  • Linfen - China
Essa é a região com a maior população afetada, cerca de três milhões de pessoas são prejudicadas pela mineração de carvão. A situação é tão grave, que os próprios moradores se engasgam com a quantidade de poeira de carvão no ar. Como é um lugar que não é fiscalizado, a população ainda enfrenta a falta de água, que é desviada para ser usada nos recursos de mineração.
  • Tianying - China
O problema dessa cidade não é a poluição comum, mas sim a contaminação por chumbo. Por ser uma das maiores produtoras do metal, não ter a fiscalização adequada e nem proteção ambiental, o nível de concentração de chumbo chega a ser até dez vezes superior ao nível considerado aceitável. Isso faz que as crianças tenham problemas de desenvolvimento e muitas doenças renais e auditivas.
 
  • Dzerzhinsk - Rússia
A poluição causada por produtos nucleares não são problemas exclusivos de Chernobyl ou Fukushima. O forte de Dzerzhinsk era o principal na produção de armas durante os tempos de guerra e, infelizmente, os resíduos tóxicos penetraram o solo e contaminaram os lençóis freáticos. A situação é tão grave que a expectativa de vida das pessoas da região é de apenas 44 anos. 
  • Sumgayit - Azerbaijão
Durante os tempos de União Soviética, o Azerbaijão tinha mais de 40 fábricas de armas químicas que despejavam cerca de 120 mil toneladas de lixo tóxico na atmosfera todos os anos. Até hoje os produtos estão ativos no ar, aumentando a incidência de câncer na população local.
 
  • Haina - República Dominicana 
Quem acha que no Caribe só rolam praias paradisíacas e ar puro está muito enganado. Em Haina, na República Dominicana, o pessoal respira é chumbo! O ar por lá é carregado de partículas desse metal, herança de uma fábrica de reciclagem de baterias que fechou as portas em 1997.
  • Sukinda - Índia 
Com 97% dos depósitos de minério de cromita da Índia, o vale de Sukinda é quase uma mineração a céu aberto, com várias minas operando sem plano de gestão ambiental. O resultado: mais de 30 milhões de toneladas de resíduos de cromo e outros metais pesados são excretadas nas zonas vizinhas e às margens do rio Brahmani, única fonte de água“potável” dos moradores. 
  • La Oroya - Peru
Desde 1922, os moradores de La Oroya penam com os resíduos da mineradora americana Doe Run Corporation. A situação é tão grave que, vira e mexe, o governo local adota planos emergenciais aconselhando a população a não sair de casa até que o ar esteja minimamente respirável. 99% das crianças locais têm o nível de chumbo no sangue maior que os limites estabelecidos pela OMS, sofrendo, entre outras coisas, de sérios anos de desenvolvimento mental. 
  • Norilsk - Rússia
tem o maior complexo de fundição de metais pesados do mundo. Já o ar local tem odor de enxofre, e a expectativa de vida dos operários das fábricas é dez anos mais baixa do que a média no país. Tudo por causa das 500 toneladas de óxido de cobre e níquel e 2 milhões de toneladas de dióxido de enxofre lançados por ano na atmosfera!
 
  • Chernobyl - Ucrânia
O maior acidente nuclear da história, ocorrido em 1986, em Chernobyl, literalmente bombardeou a cidade, tendo liberado uma radiação cem vezes maior do que a das bombas atômicas jogadas sobre Hiroshima e Nagasaki. Até hoje a região em volta da usina está inabitável.
  • Kabwe - Zâmbia
Décadas de mineração fundição pesada espalharam pó de chumbo e de outros metais pra tudo quanto é lado na cidade de Kabwe. Para piorar, o mesmo rio que serve de hidrovia para o transporte de resíduos da fundição é o local onde as criancinhas do lugar se banham...O nível de chumbo no sangue das crianças é de cinco a dez vezes mais alto do que o aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em muitos casos, está perto daquele considerado fatal.

sábado, 26 de julho de 2014

Tipos de óleos e o mal que causam ao meio ambiente

Óleos são, por definição, substâncias insolúveis (que não se misturam com a água). Podem ser de origem vegetal ou mineral. Quando descartados de maneira incorreta acarretam diversos problemas ao meio ambiente. Neste post falaremos sobre alguns desses óleos e os impactos ambientais que eles causam.

Diesel
O óleo diesel é um combustível fóssil, derivado do petróleo, muito utilizado em motores de caminhões, tratores, furgões, locomotivas, automóveis de passeio, máquinas de grande porte e embarcações. O óleo diesel é formado basicamente por hidrocarbonetos ( composto químico formado por átomos de hidrogênio e carbono). Possui também em sua composição, em pequena quantidade, oxigênio, nitrogênio e enxofre. 
O diesel apresenta - se em forma de líquido amarelado viscoso, límpido, pouco volátil, cheiro forte e marcante e com nível de toxidade mediano. 
A queima do óleo diesel libera na atmosfera uma grande quantidade de gases poluentes responsáveis pelo efeito estufa. Entre estes gases, que também prejudicam a saúde humana, podemos citar o monóxido de carbono, óxido de nitrogênio e o enxofre. Este último, apresenta propriedades cancerígenas. 

Biodiesel
Segundo o laboratório de desenvolvimento de tecnologias limpas de Ribeirão Preto, o biodiesel é um combustível 100% renovável e alternativo ao diesel derivado do petróleo, além de evitar o lançamento dos óleos usados diretamente na natureza.
Outras vantagens do biodiesel é evitar uma parte do lançamento de enxofre na atmosfera, substância presente no diesel de petróleo e que é um dos componentes para a chuva ácida, diminuir os índices de emissão de dióxido de carbono (CO2) e contribuir para a diminuição das importações de óleo diesel, tornando o país ainda mais autossuficiente energeticamente.
Sua fabricação se dá através de um processo chamado transesterificação, que é uma reação química entre óleos vegetais (novos ou usados) e álcool de cana de açúcar ou metanol (álcool que tem origem no gás natural ou petróleo). Este processo permite que o biodiesel seja também biodegradável. 
É cerca de 80% o aproveitamento do óleo usado na conversão para biodiesel, ou seja, 1 litro de óleo pode resultar em, aproximadamente, 800 ml de biodiesel. O processo também gera o glicerol, uma substância empregada nas indústrias e com usos farmacêuticos, alimentícios, perfumaria, plástico e muitos outros. No Rio de Janeiro, o projeto PROVE já transforma o óleo de cozinha em biocombustível através de parcerias com cooperativas e secretaria de meio ambiente do Rio de Janeiro. Uma refinaria em Bonsucesso faz o processamento do óleo recolhido e, além de gerar renda para as cooperativas (estimativa de 2,7 milhões por ano), contribui para reduzir a poluição nos rios, da Baía de Guanabara e ajuda a diminuir o custo do tratamento da água.

Óleo lubrificante

Por vir do petróleo, o óleo já é tóxico e, geralmente, contém diversos tipos de aditivos que, em altas concentrações, potencializam seus efeitos contaminantes. Tudo isso sem contar que o manuseio incorreto do óleo lubrificante, além de carregar essa carga original, gera compostos perigosos para a saúde e o ambiente, tais como dioxinas, ácidos orgânicos, cetonas e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos. Ele também contém elementos tóxicos, como cromo, cádmio, chumbo e arsênio, oriundos da fórmula original ou absorvidos do próprio motor do equipamento. O óleo lubrificante usado ou contaminado, por não ser biodegradável, leva dezenas de anos para desaparecer na natureza. Quando vaza ou é jogado no solo, inutiliza-o, tanto para a agricultura, quanto para edificações, matando a vegetação e os micro-organismos e destruindo o húmus, além de causar a infertilidade da área, que pode se tornar uma fonte de vapores de hidrocarbonetos. Quando dispensado no solo, a substância pode atingir o lençol freático, danificando os poços da região de entorno. Um litro de óleo lubrificante pode contaminar um milhão de litros de água. Além disso, se jogado no esgoto, ele irá comprometer o funcionamento das estações de tratamento de água, chegando, em alguns casos, a causar a interrupção do funcionamento desse serviço essencial. Quando queimados (o que é ilegal e constitui crime), os óleos lubrificantes usados ou contaminados causam forte concentração de poluentes num raio de dois quilômetros Também ocorre a geração de uma grande quantidade de particulados (fuligem), produzindo precipitação de partículas que, literalmente, grudam na pele e penetram no sistema respiratório das pessoas. É importante certificar que a sua oficina não descarte o óleo de forma inadequada. Reaproveitar o lubrificante do motor é muito comum.

Combustível

As grandes consequências surgem com o uso deste tipo de combustíveis, como a contaminação do ar pela sua combustão, sendo mesmo um problema para a saúde pública. Gases como o dióxido de carbono são considerados poluentes por agirem diretamente com o efeito de estufa, aumentando assim o aquecimento global, não deixando dissipar o calor gerado pelos raios solares. Este aumento de temperatura é sentido nos dias que correm, e provavelmente trará consequências de dimensões catastróficas se nada for feito em contrário.

Petróleo

No processo produtivo do Petróleo, em todos os seus segmentos, trabalha-se com riscos potenciais que causem poluição ambiental. Uma refinaria por exemplo, é responsável pela emissão de muitos poluentes, principalmente emissão atmosférica contendo óxidos sulfúricos e nitrogenados, enxofre, metais pesados, etc., além de outros resíduos. No entanto, os registros indicam que o maior índice de acidentes no setor petrolífero ocorre durante o transporte das cargas. Vazamentos de petróleo prejudicam de forma intensa e duradoura a vida marinha. Desde o fitoplâncton, base da cadeia alimentar oceânica, até as aves, todos sofrem nessas tristes ocorrências. As manchas de óleo impedem ou diminuem a entrada de luz no mar, o que prejudica a fotossíntese dos vegetais, sobretudo o fitoplâncton; o óleo também impregna as penas das aves, matando-as por hipotermia, entope as vias respiratórias dos mamíferos, interfere nos quimiorreceptores de animais migratórios, deixando-os desorientados, o alcatrão presente na composição do petróleo mata muitos seres marinhos e aves, afeta as atividades de quem vive da pesca e do turismo, promovem, enfim, uma verdadeira devastação. 

Querosene
O querosene é um líquido fino e claro formado a partir de hidrocarbonetos. Este é obtido através da destilação fracionada do petróleo entre 150 ° C e 275 ° C e também pode ser denominado por “petróleo iluminante” ou “óleo de parafina”. O querosene tem uma baixa taxa de evaporação além de ser insolúvel em água. É considerado um líquido seguro para manusear por não ser muito inflamável.
Durante a queima do querosene, há uma liberação de monóxido de carbono que além de ser poluente e péssimo para o meio-ambiente pode causar doenças respiratórias graves se inalado por seres humanos ou animais também podendo causar irritações na pele. A queima do querosene resulta em um dos impactos mais temidos pelas pessoas, o aquecimento global. Assim como outros combustíveis fósseis o querosene também Lança o dióxido de carbono, um gás com efeito de estufa que armazena calor quando se acumula no ambiente durante a combustão. Outro impacto que tem sido estudado por cientistas que é causado pela queima de combustíveis fósseis (como o querosene) é o aumento na incidência de desastres naturais; processo de desertificação; aumento do nível do mar (devido ao derretimento das geleiras causado pelo aquecimento global e destruição da camada de ozônio) e perda de habitat e o aumento na incidência de chuvas ácidas (essas chuvas destroem florestas, monumentos e dependendo da intensidade da acidez na chuva pode até levar a queima da pele) que são formadas a partir do aumento de carbono na atmosfera.

Fontes de pesquisa: ecycle.com.br

sermelhor.com.br
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/oleo_diesel.htm
http://universofossil.blogspot.com.br/2011/10/impactos-ambientais-dos-combustiveis.html

sábado, 19 de julho de 2014

Top 10: atitudes sustentáveis

  • Economize água. Atitudes como demorar menos tempo no banho, usar a máquina de lavar roupa na capacidade mínima, não jogar óleo na pia, manter a torneira fechada enquanto escova os dentes e lava a louça, se garantir de que não está tendo vazamento em encanamentos na sua casa, e várias outras são essenciais para a preservação dos recursos hídricos do planeta.
  • Economize energia elétrica. A energia elétrica que nós usamos na nossa casa é proveniente da força das águas, é a água que tem força para que a energia elétrica seja gerada. Por esse motivo, as hidrelétricas se instalam perto de rios, de preferência de descida, para que sejam colocadas aquelas grandes turbinas que serão giradas com a força das águas. Muitos impactos ambientais são causados com as instalações das usinas, além disso quanto mais usarmos energia mais usinas hidrelétricas, ou outros meios de produção de energia precisarão ser criados.
  • Vá de bicicleta. Na cidade de São Paulo, por exemplo, 90% da poluição é causada pelos carros, dados do CETESB. Os automóveis liberam gases poluentes na atmosfera, agravando ainda mais o aquecimento global, e substituir o carro pelo bicicleta é uma ótima maneira de fazer sua parte para ajudar o planeta.
  • Use sacolas retornáveis no mercado. Talvez o melhor benefício das sacolas retornáveis seja, justamente, o fato de que elas não são descartáveis. As sacolas plásticas que utilizamos causam diversos problemas ao meio ambiente.
  • Separe seu lixo. Junto com o aumento da população mundial e com o crescimento da indústria, aumenta também a quantidade de resíduos orgânicos e inorgânicos na sociedade. Devido a grande quantia de lixo, reciclar se torna uma atitude cada vez mais importante para a manutenção da saúde do planeta e das pessoas.
  • Plante uma árvore. Além de produzir oxigênio, a árvore por meio da fotossíntese retém o gás carbônico que é um poluidor. Os benefícios que as árvores proporcionam para a humanidade são vários e você pode saber mais aqui.
  • Faça doações. Nas postagens anteriores nós falamos que sustentabilidade e solidariedade são indissociáveis, portanto uma maneira de ajudar o planeta é fazendo doações para pessoas que necessitam.
  • Use pilhas recarregáveis. Uma pilha (recarregável ou não) contém elementos químicos nocivos a natureza e, por isso, não deve ser jogada fora, e sim reciclada. Uma pilha recarregável pode durar 2 ou 4 vezes mais que uma pilha alcalina. Se considerarmos uma pilha alcalina com capacidade anunciada de 1.000 recargas veremos que uma pilha recarregável equivale a 4.000 pilhas comuns. Ou seja, o uso de uma única pilha recarregável equivale traz benefícios equivalentes a reciclagem de milhares de pilhas comuns.
  • Não jogue lixo no chão, nem nos rios. Alguns materiais demoram muito tempo para se decompor na natureza e causam muito prejuízo ao meio ambiente. O mesmo acontece nos rios. Para saber mais sobre o tempo de decomposição de alguns materiais clique aqui.
  •   Passe essa mensagem para outras pessoas. Se cada um fizer sua parte podemos transformar o mundo em um lugar melhor, são atitudes simples que podemos encaixar no nosso dia a dia.